...
Esbarra na mão
Sorriso
(Foi de propósito) - Pensamento
Suspiro
Luz Apagada
Tv Ligada - Filme
"Que filme que nada!"
Faltou energia (eba!!!)
Riso
Mão Boba
Boca
Cheiro
Gosto
Eu Gosto!!!

Olhava aquele lugar como se fosse o primeiro que vira em toda sua vida. E de fato o era. Embora tivesse crescido ali, mas acostumara-se a não reparar. Apenas vivia por lá e pronto!
Esconde-me da solidão,



E passo esse Selos para a Sammyra do Blog Borboleteando e para a Liana do Blog Tack at the Bonus TrackSeguinte:
1º)Expor o selinho no blog
2º)Colocar o link de quem ganhou o selinho
3º)Escolher 10 blogs
4º)Falar porque escolheu os blogs



no lugar, arruma tudo. Você sabe como fazer.

Alguns "eu te amo" cortaram a silêncio ao meio.É que ainda é tudo muito recente pra mim. Minhas mãos tremem por nada...calafrios...estou me acostumando.
Voltei à vida de antes... não é tão ruim assim, loucura minha acreditar que poderia ser facil. Venho tombando em mim mesma (isso não é complicado, acontece).
Recolho uns sentimentos menos utilizados nesse momento, mas ainda assim
quero desgastá-los. Quero acabar com eles até a última gota, até que sobre Nada.
Aí antes de dormir, ao invés de fazer uns planos loucos, tomo um Amitril, ponhos os fones no ouvido olho pra cima(meu Deus! há quanto tempo eu não rezo?I) e adormeço rápido sem prestar muita atenção na música que me "ninou".
É as coisas vão voltanto mesmo ao normal. Cada dia é um a menos. Cada dia é um a mais.
Umas antigas histórias vieram me "perseguir", isso também não foi ruim. Ri, relembrei, reencontrei pessoas. Mas só isso...
O ruim é ter certeza que as coisas mudaram, de maneira inesperada...
É ter que reconstruir pedaço por pedaço.
E as músicas? E os cheiros? Os lugares? As fotografias?(Esquecer tudo? Cadê o Delete de meu coração?)
Mas assim desse jeito todas as vidas vão girando, os caminhos se cruzando.
Vale lembrar, não sinto raiva nenhuma. Nem um pingo. Não tenho motivos. Nunca tive. O que carrego mesmo são coisas que pouco importam agora.
Eu não acredito mais em estrelas cadentes. Eu não uso mais o anel de coquinho. Eu não canto mais as músicas de antes.
Meu destino mais proximo fica entre uns comprimidos e uma possivel sala de cirurgia.
E tenho mesmo é que me concentrar nisso.
O resto, bem... tudo vai tomando forma aos poucos, sempre aos poucos.
Sigo aí cantarolando coisas minhas, às vezes até resmungando. Reclamando dos preços, da política, da pobreza, da violência...
O Escuro tem vida própria e é a minha própria vida. Tembém não há problema nisso.
Medito, penso, repenso e mais um Amitril...tiro e queda. Uma noite ja se passou.
É não é que estou M-E-S-M-O me acostumando?
Resistindo à mim mesma.
Ah, as feridas? Sim, elas estão aqui... mas isso some também. Vou tentar pelo menos diluí-las em fórmulas de poesia, de música ou de coisas s o l t a s e borbulhantes.
Quando eu sentir saudades volto aqui pra ler isso
(Por: Livia Queiroz)
Não aprendi exatamente o sentido dessa palavra... Confesso que nenhum outro verbo tinha doído tanto até hoje.
"Essas noites andei pensando...
As paredes ainda me incomodam com a falta de cores e o ar gélido que exalam.
Existem coisas que eu gostaria de não escrever, mas elas rodopiam minha mente. Evito-as enquanto posso porque elas saem de maneira dolorosa, como que a rasgar os meus poros.
Hoje quero falar de algumas flores, e elas são tantas...
São rosas... Margaridas... Camélias...
Todas lindas, todas únicas, vivas, perfeitas.
Quero falar das flores machucadas, feridas.
As rosas despedaçadas pelos cravos truculentos.
As que são esmagadas todos os dias nas mãos dos homens-bichos.
Preciso falar de toda a dor que eles causam por puro prazer.
Quando tudo começa com um simples tapinha e depois arrancam pétala por pétala, num joguinho maldoso e cruel de “mal-me-quer-bem-me-quer”.
Falo disso como se sentisse esse medo...
Falo sentindo a mesma dor e indignação que o silêncio causa na alma.
Com os pensamentos doídos perfurando o cérebro.
Porque pra ser “homem” tem que maltratar... Humilhar... Ferir?
Porque eles confundem os corações com seus pênis duros?
Como podem matar aos poucos as flores que [es]colheram para amar, “na alegria e na tristeza; na saúde e na doença, por todos os dias de sua vida”.
Porque causam tanta D-O-R?
Não sei exatamente os motivos que levam alguém a agir assim, e prefiro também nem entender.
Porque elas se deixam apodrecer nas mãos assassinas que roubam-lhe a alma pouco à pouco?
Porque elas suportam tanto?
E COMO suportam tanto?
Eu quero algo diferente.
Quero notícias diferentes nos jornais. Coisas boas.
Minha pouca existência recusa-se a acreditar que essas flores reduzem-se a migalhas de nada.
E porque ninguém As escuta?
Porque ninguém olha pras flores jogadas abismo abaixo?
Eu queria uma razão... Só uma...
Uma explicação P-L-A-U-S-Í-V-E-L! (se é que possa existir)
“Lei número 11.340 decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de agosto de 2006, cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.”
As flores precisam Gritaaaaaar!
Por: Livia Queiroz